SUCESSO: CONTO DE FADAS OU POSSIBILIDADE REAL?

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Segundo alguns modernos pseudo estudiosos ao nascer temos uma mente em branco, livre de qualquer programação e portanto pronta para ser preparada ao longo dos anos para alcançar o sucesso.
Por um lado isto é verdade, em parte, mas há que reconhecer e aceitar que trazemos uma carga genética que não é só útil para a medicina, mas também para o aspecto espiritual e energético e é nos genes que vem a carga de talentos, dons e experiências adquiridas que junto com as atuais irão formar o sucesso.

O conceito de ser bem sucedido que nos é exigido pela sociedade é o mesmo que nos é oferecido pelo sistema consumista: levantamos de manhã de uma cama com lençóis brancos de linho, nos espreguiçamos frente a uma janela para o mar ou para o verde, sorrimos como se não tivéssemos nada para enfrentar nessa manhã.  No banheiro teremos que usar a pasta de dentes que promete branqueá-los imediatamente o banho com o sabonete que nos leva a campos de flores e ervas e, claro, é o melhor hidrante. No café da manhã somente produtos fits para manter o corpo. O carro tem que ser o melhor, que mostre status. Chegar ao trabalho tem que ser rindo, abraçando a todos, esbanjando alegria. Praticamente um evento! Os colegas também mostrarão ser bem sucedidos senão a empresa ‘não pega bem’.

Mas, será que isto é sucesso? Esta cobrança excessiva que torna as pessoas estressadas, ansiosas, buscando alcançar algo que nunca lograrão.
Viver um conto de fadas em que as compras serão feitas no supermercado da fama, a esposa tem que ser cuidadosamente trabalhada na musculação e o esposo além disso, precisa manter o romantismo.

Sucesso baseado em bens materiais não é sucesso. Pode ser status social, mas sucesso é muito mais: é manter a tranquilidade e principalmente a liberdade de escolhas; fazer-se responsável pela sua vida e ter coragem para dar um basta! na sociedade consumista. Este sucesso fantasioso e ilusório é o 1% de escuridão que a moderna cabala se refere. Somos 99% Luz e o resto trevas. Parece muito pouco, não? Mas esta negatividade nos consome porque nos conecta diretamente aos ‘nãos’ da vida: não tenho dinheiro, não tenho saúde; não sou feliz, etc, etc. Para sair deste 1% precisamos trabalhar nossos conceitos, refinar os filtros que usamos para viver, sermos o que queremos ser de verdade e não o que o sistema consumista quer a gente seja.

Claro, primeiro tem que saber o que quer! Para começar pare com essa necessidade constante de ‘ter’ e não de ‘ser’. O ter nunca acabará e, portanto, nunca lhe trará a felicidade. Procure despertar seus talentos e dons; ilumine sua escuridão interior; retome seu brilho. O verdadeiro sucesso é ser você mesmo; ser único, como cada um de nós é.
Aos outros tanto faz o que você seja porque a idolatria de certas pessoas é sempre temporária são os ‘quinze minutos de fama’, mas para sua vida mesmo e seu carma tudo o que você constrói com suas características próprias é eterno.
Quando parar de ouvir a voz externa chamando-o para comprar e ter poderá ouvir o seu interior que o chama a ‘ser’!
Com amor da amiga Rakel Possi.

 

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